MC Gui: a juventude da periferia no centro da luta por cultura, oportunidade e representatividade.
Guilherme Alves, o MC Gui, construiu sua história no funk, nos palcos e no contato direto com as comunidades de São Paulo. Uma caminhada feita ao lado da juventude, das periferias, de quem vive de cultura e de quem acredita que talento não pode depender de CEP.
QUEM É O MC GUI
Guilherme Kauê Castanheira Alves, conhecido como MC Gui, é um artista paulistano com trajetória construída no funk, na cultura periférica e no contato direto com a juventude das comunidades de São Paulo.
Começou a escrever letras em casa aos dez anos, ao lado do irmão, e transformou a música em profissão antes dos quinze. Em 2013, "O Bonde Passou" alcançou o país inteiro e levou o nome da periferia paulistana para palcos de todo o Brasil e para a televisão.
Fora da música, virou atleta em três esportes diferentes: foi campeão da categoria Special Edition AM na Sprint Race em 2023, estreou como profissional no boxe em 2025 e venceu a disputa de X1 numa vaquejada em 2026, com sessenta dias de treino.
O que ele aprendeu na pista e no ringue é o que repete quando fala de juventude: resultado é método, não inspiração. Talento abre a porta, mas quem entrega no dia é quem teve rotina, preparo e estrutura por trás — e estrutura é justamente o que falta a quem vem da periferia.
Em maio de 2025, filiou-se ao PSD para transformar em política pública o que já fazia na prática: abrir caminho para a juventude que vem de baixo. Hoje é candidato a deputado federal por São Paulo.
- Artista desde os 10 anos — Começou escrevendo letras de funk em casa.
- Mais de 15 anos de carreira no funk — Uma trajetória construída do zero, sem atalho.
- Voz da cultura periférica paulistana — Levou o nome da quebrada para palcos de todo o país.
- Atleta em três esportes — Campeão da Sprint Race 2023, profissional no boxe desde 2025 e vencedor no X1 da vaquejada.
- Filiado ao PSD desde 2025 — Entrada na política em 6 de maio de 2025.
- Candidato a deputado federal — Por São Paulo, com juventude, cultura e oportunidade no debate político.
UMA CAMINHADA CONSTRUÍDA DE BAIXO PARA CIMA
Mais de quinze anos de música, palco e presença nas comunidades — uma trajetória feita de trabalho, erro, aprendizado e recomeço.
- 2008 — PRIMEIRAS LETRAS: Aos dez anos, começou a escrever letras de funk em casa, ao lado do irmão. Não era plano de carreira: era o que dava para fazer com papel, caneta e a batida que vinha da rua. Na periferia, ninguém cresce achando que vai viver de arte — arte é o que se faz quando sobra tempo, e quase nunca sobra.
- 2012 — A CARREIRA VIRA TRABALHO: O que era brincadeira entre os irmãos virou projeto: o pai passou a investir na formação artística do filho e as primeiras gravações saíram do papel. Aos catorze anos, o menino que escrevia letra em casa começou a tratar música como trabalho — com hora para ensaiar, gravar e correr atrás de espaço.
- 2013 — O ESTOURO NACIONAL: Antes dos quinze anos a música já era profissão: um adolescente aprendendo a negociar cachê e a ler contrato. Em 2013, “O Bonde Passou” alcançou o país inteiro e o tornou um dos nomes mais jovens do funk brasileiro. Não foi sorte — foi o acúmulo de anos escrevendo, gravando e batendo em porta.
- 2014 — PARCERIAS E CONSOLIDAÇÃO: Lançou “Beija ou Não Beija?” em parceria com Latino. A música ampliou o alcance do seu trabalho para muito além do público que já o acompanhava e consolidou a carreira começada ainda criança, em casa. O nome da periferia paulistana passou a circular em palcos de todo o país.
- 2015 — ESTRADA E NOVOS SINGLES: Emendou os lançamentos “Segue o Fluxo” e “Sua História”, mantendo a agenda de shows que já o levava a dezenas de cidades por mês. Foi o ano de mostrar que o estouro de 2013 não tinha sido episódio isolado: quem vive de música precisa entregar de novo, e de novo, muito depois de a novidade passar.
- 2016 — VAI COMEÇAR A OUSADIA: Lançou “Vai Começar a Ousadia”, faixa que reforçou sua ligação com o funk ostentação paulista. Aos dezoito anos já acumulava mais tempo de carreira do que a maioria dos artistas da sua idade — e a rotina de palco de quem começou cedo demais para ter tido adolescência comum.
- 2017 — TELEVISÃO: Participou do Dancing Brasil e levou o funk e a cultura periférica para o horário nobre da televisão brasileira. Foi também o começo de um aprendizado que ele não esconde: crescer em público cobra um preço. A exposição e o erro vieram junto com o alcance, e ensinaram o que palco nenhum ensina.
- 2018 — NOVAS PARCERIAS: Lançou “Chapei o Coco” e “No Talentinho”, esta em parceria com MC Loma. As colaborações marcaram uma fase de abrir espaço para outros nomes vindos da mesma origem: no funk, parceria não é só estratégia de alcance — é como quem chegou primeiro puxa quem vem atrás.
- 2019 — GR6 E ESTRUTURA PROFISSIONAL: Assinou com a GR6 Music, uma das maiores produtoras do funk paulista, e lançou “Coração Trocado”. Entrar numa estrutura profissional significou equipe, calendário e distribuição — exatamente o tipo de suporte que quase nenhum artista de periferia alcança sem alguém apostar antes.
- 2021 — REALITY E EXPOSIÇÃO: Participou de A Fazenda, experiência que ampliou seu diálogo com o público de todo o Brasil — bem além de quem já conhecia a sua música. Foi um período de exposição intensa e de amadurecimento: ouvir crítica, reconhecer o próprio erro e seguir trabalhando sem depender do que a plateia decidiu naquele dia.
- 2023 — CAMPEÃO NO AUTOMOBILISMO: Conquistou o título da categoria Special Edition AM na Sprint Race, com quatro vitórias na temporada. Muita gente achou que era hobby de artista; não era. O automobilismo é implacável com quem improvisa: sem disciplina, preparo e equipe, o cronômetro expõe qualquer um em segundos. Resultado é método, não inspiração.
- 2024 — VITÓRIA NO FIGHT MUSIC SHOW: Subiu ao ringue no Fight Music Show 4, em fevereiro, e venceu Nego do Borel por nocaute técnico no terceiro round. Foi o mesmo método que o automobilismo já tinha ensinado, aplicado a outro esporte: treino, preparo físico e disciplina. Dentro do ringue, como na pista, ninguém entrega resultado improvisando.
- 2025 — ENTRADA NA POLÍTICA: Filiou-se ao PSD em São Paulo, em 6 de maio, para transformar em política pública o que já fazia na prática: abrir caminho para quem vem de baixo. Parte do que aconteceu com ele dependeu de porta que se abriu por acaso — e política pública existe justamente para que a chance não dependa de CEP nem de sorte.
- 2025 — ESTREIA PROFISSIONAL NO BOXE: Dez dias depois da filiação, estreou como atleta profissional de boxe em Miami, nos Estados Unidos, e venceu George Morcos por nocaute técnico no segundo round. Sair do evento de celebridades para o profissionalismo exigiu rotina de atleta — a mesma disciplina que ele defende como caminho para a juventude.
- 2026 — CAMPEÃO DE VAQUEJADA EM 60 DIAS: Em julho, com apenas sessenta dias de treino, venceu a modalidade X1 numa vaquejada em Sousa, na Paraíba. Levou uma queda forte no meio da disputa, levantou, voltou para a pista e derrubou o boi entre as faixas. Terceiro esporte, mesma resposta: quem treina com método chega mais rápido do que quem espera o talento aparecer.
- 2026 — CANDIDATURA: Hoje é candidato a deputado federal por São Paulo, com o número 5544. Leva ao debate juventude, cultura, esporte, oportunidade nas periferias e representatividade — não com currículo de gabinete, mas com a experiência de quem foi o jovem de quem essas políticas falam e conhece por dentro dois setores que empregam muita gente.
BANDEIRAS QUE NASCEM DA VIDA REAL
MC Gui defende políticas públicas para quem quase nunca aparece no debate: a juventude da periferia, quem vive de cultura e quem precisa de uma primeira chance.
- JUVENTUDE E PRIMEIRA OPORTUNIDADE: Políticas de qualificação, primeiro emprego e renda para o jovem que hoje não tem por onde começar.
- CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA: Reconhecimento do funk e da cultura periférica como economia que gera emprego, renda e orgulho.
- PERIFERIAS COM ESTRUTURA: Investimento em equipamentos públicos, lazer e espaços culturais nos bairros que sempre ficaram para depois.
- ESPORTE COMO CAMINHO: Apoio ao esporte de base e à revitalização de quadras e campos como porta de saída para a juventude.
- SAÚDE MENTAL E PREVENÇÃO: Acolhimento, prevenção ao uso de drogas e cuidado com a saúde mental de adolescentes e jovens.
- EMPREENDEDORISMO E ECONOMIA DIGITAL: Formação e crédito para quem quer empreender na internet, no audiovisual e na criação de conteúdo.
- REPRESENTATIVIDADE NA POLÍTICA: Uma política que fala a língua de quem tem 20 anos e mora na quebrada — com transparência e participação.
EXPERIÊNCIA DE VIDA A SERVIÇO DA JUVENTUDE
A trajetória de MC Gui passa pela música, pelos palcos, pelo esporte e pelo contato direto com as comunidades de São Paulo. Uma caminhada que mostra, na prática, o que muda quando um jovem da periferia recebe estrutura e oportunidade.
- VALORIZAÇÃO DA CULTURA PERIFÉRICA PAULISTANA
- DIÁLOGO DIRETO COM A JUVENTUDE
- INCENTIVO AO ESPORTE COMO CAMINHO DE TRANSFORMAÇÃO
- APOIO A PROJETOS SOCIAIS NAS COMUNIDADES
- USO DA COMUNICAÇÃO PARA APROXIMAR JOVEM E POLÍTICA
- ABERTURA DE ESPAÇO PARA NOVOS TALENTOS
SÃO PAULO PRECISA OUVIR QUEM SEMPRE FOI TRATADO COMO BARULHO.
A luta de MC Gui é por um estado que enxergue a juventude antes de ela se perder no caminho. Um estado onde a cultura da periferia seja respeitada como profissão. Onde o esporte chegue antes do crime. Onde o jovem tenha a primeira chance sem precisar de sorte. Onde quem cresceu na quebrada possa decidir o futuro dela.
Essa é uma caminhada construída com trabalho, presença e compromisso com quem vem de baixo.
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ELEICAO 2026 GUILHERME KAUE CASTANHEIRA ALVES DEPUTADO FEDERAL
CNPJ 68.455.778/0001-29 · PSD · DEPUTADO FEDERAL 5544 · SÃO PAULO / SP
MC Gui é o nome artístico de Guilherme Kauê Castanheira Alves.